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Leia mais:Ano VI nº 17 - Julho-Setembro 2011

Na 17.ª edição, via Abertura dos Portos, o aporte de suíços e austríacos ao conhecimento do Brasil. Testemunhos pictóricos, textuais e musicais, e a preservação de espécimes recolhidos a museus daqui e do exterior, demonstram a mestria e sensibilidade de observadores, revelando ao mundo o alvorecer do país e os encantos de sua natureza e seu mestiço povo, receptivo a pessoas e ideias – de Leopoldina, Neukomm, Ender, Natterer, Tschudi, Schüch a Freud, Piaget, Zweig, Carpeaux, Weissmann e outros.

Leia mais:Ano IV nº 13 - Julho-Setembro 2010 Nossos antepassados indígenas, desde o séc. XVI, constituíram tema de lendas, relatos, estudos, iconografias e inspiraram pensadores e artistas. Sobreviventes a cinco séculos de colonização, despertam para o valor da escrita e elaboram relatos em nossa língua ou dão forma escrita às suas, perpetuando sua sabedoria e arte milenares.

Leia mais:Ano V nº 16 - Abril-Junho 2011

Nesta edição, a herança dos ilhéus portugueses do Atlântico à cultura brasileira.

Diferentemente dos homens portugueses continentais que "faziam o Brasil" e retornavam à pátria e às suas famílias, os açorianos, madeirenses e cabo-verdianos aqui se instalaram com suas famílias. E influenciaram-nos, sobretudo os primeiros, em costumes, tradições, crenças e instituições.

Leia mais:Ano IV nº 12 - Abril-Junho 2010Revisitando nossas raízes culturais africanas, apresentamos negros que, sem voz ou voto, escravizados ou libertos, lutaram por seus ideais, conquistaram espaços e legaram significativa contribuição à cultura brasileira. Nesta polifônica temática, recebemos a contribuição de pesquisadores, poetas, escritores e viajantes que, no passado e no presente, deixam suas impressões em narrativas e iconografias.

Leia mais:Ano V nº 15 - Janeiro-Março 2011 Descortinando as influências culturais recebidas, nos surpreendemos com os alemães “descobrindo” o Brasil. Como outros estrangeiros, encantados com a terra que hoje abriga milhões de seus descendentes, através de escritores, viajantes, pesquisadores, imigrantes que a povoaram – vamos conhecer Goethe, Thomas Mann, Hans Staden, Langsdorff, Martius, von Spix, von Zeppelin, Fleiüss, Koellreutter e muitos outros – e a alegria da Oktoberfest.

Leia mais:Ano IV nº 11 - Janeiro-Março 2010 A marca indômita da nossa matriz portuguesa – conquista de espaços além-horizonte, transpondo “mares nunca dantes navegados” –, trouxe-nos nas caravelas a polifônica riqueza da língua, tecida em poesia. Em múltiplas vertentes, os autores refletem sobre fatos históricos e a diáspora lusa, marcada não só por artes da navegação, mas pela múltipla contribuição dos milhões de imigrantes que, aqui chegados, permaneceram.

Leia mais:Ano IV nº 14 - Outubro-Dezembro 2010 Eles também temperaram o cadinho de línguas, visões e ideias que somos e continuaremos a ser. Pelo legado que nos deixaram, personalidades dessas origens são lembradas por aqueles que com eles conviveram, ou por pesquisadores, historiadores e literatos. Dois patrimônios da nacionalidade, em destaque – a Biblioteca Nacional no seu bicentenário, e os painéis Guerra e Paz, de Portinari – completam a edição.

Leia mais:Ano IV nº 10 - Outubro-Dezembro 2009Nesta 10.ª edição, originalíssimas reflexões sobre Educação dão curso a várias outras, destacando a releitura da Antropofagia – os relatos de cronistas europeus dos rituais de canibalismo por nossos índios, a retomada simbólica da temática pelos primeiros modernistas, com destaque para Oswald de Andrade, e a analogia do processo de apropriação e assimilação cultural estrangeira feita por nós, na construção de nossa brasilidade.